🚩 Every Maze Has And End...


Tendo informações de adiamento desde maio de 2016, Maze Runner retorna aos cinemas com uma super produção para a conclusão épica da trilogia de sucesso (tanto nos cinemas quanto em vendas de livros).

Em Maze Runner: A Cura Mortal, somos levados ao drama de Thomas em luta à organização ao qual ajudou e que agora tem planos catastróficos contra a humanidade, e junto aos seus companheiros na procura por Minho, que agora faz parte do grupo rebelde Braço Direito.

As cenas de ação espalham euforia pelo público já que as várias partes do conflito são bem conduzidas para que todos prestem atenção nos acontecimentos a todos. Maze Runner é bem dirigido, imersivo, com bons efeitos especiais e que prende a atenção do público. Mas nem tudo foi bem pensado para uma conclusão épica: introdução de novos personagens. 

Como podem introduzir novos personagens que se tornam nada no decorrer de um filme que está ali, sendo imediatamente concluído? Se essa introdução se remete a um spin-off futuro, não se sabe, mas poderiam ter aproveitado esse tempo com algo mais construtivo a história.


Em relação ao livro, a adaptação é aprovada mesmo com certas mudanças comuns em qualquer outros filmes adaptados. Em termos de crítica, a produção está em 73% de aprovação do público fazendo uma bilheteria de $180 milhões.

O filme é bom, com núcleos marcantes, boas cenas de ação e visual. São duas horas de filme que não se tornam chatas com o passar do tempo. Enfim, uma boa conclusão de um sucesso cinematográfico.

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